Há uma parábola contada por Arthur Schopenhauer que nos faz meditar um pouco sobre nossos relacionamentos. Nela, ele conta que uma manada de porcos-espinhos, para se esquentarem num dia muito frio de inverno, ficaram mais próximos uns dos outros, mas não houve o aconchego, pois machucavam-se mutuamente por causa dos seus próprios espinhos e então morreram de frio.
A situação nos parece bem familiar não é mesmo? Vivemos próximos, nos encontramos pelo menos 120 vezes no ano, mas não sentimos o aconchego da amizade, da fraternidade que deveríamos sentir. E quando enfim conseguimos nos aproximar um pouquinho mais, logo logo voltamos a nos separar por causa dos nossos espinhos. Você já reparou quantos “espinhudos” nós temos aqui no Ministério de louvor? E também já parou para pensar que você pode ser um deles? Óh... desculpe, deve haver algum engano!. Aqui nós só temos pele lisinha, certo?! Errado! Convivemos sim com pessoas bem espinhudas como nós também somos – desconfiados, críticos, calados, inacessíveis, falantes e simpáticos demais, egocêntricos, dramáticos, pessimistas, teatrais, hostis, impacientes, .... ufa! E a lista continua. Se por um lado, esses espinhos são a garantia de auto-proteção, por outro, nos distancia uns dos outros.
Esse espinha daqui espinha dali, faz parte de todos nós, portanto, apesar dos espinhos nossos, amemo-nos e suportemo-nos uns aos outros, afinal, somos uma equipe que se chama de irmãos e se diz uma família. Convivamos bem e com todos para que o reino cresça e o amor se multiplique.
Lembre-se: amor é decisão!
Decida amar. Apesar..., apesar..., apesar..., apesar..., apesar..., apesar..., apesar...,
CLÁUDIA ANDRADE
quinta-feira, 15 de maio de 2008
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Louvor

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