Conta-se de um homem que resolveu fazer uma grande viagem caminhando. Pensando em reunir tudo que lhe seria útil, fez bagagens levando consigo tudo que lhe parecia importante. Começou sua caminhada e, em pouco tempo, percebeu que muito do peso que carregava não era tão importante quanto pensava. Por outro lado, prosseguindo, começou a adquirir outras coisas de valor. Não demorou a reconhecer que deveria tomar uma forte decisão: ir deixando pelo caminha suas coisas da primeira bagagem para dar lugar a outras novas mais leves, ou rejeitar qualquer objeto novo por amor às coisas velhas e continuar carregando aquele cansativo peso. Cinco anos depois, chegando ao seu destino, alguém lhe pergunta: E aí, o que trouxeste da viagem, caro amigo? Muito tranqüilo, de semblante renovado, o homem respondeu: Trouxe comigo apenas um espelho, ela não pesa e ainda me diz todos os dias como está a minha cara.
Olhe na sua casa e veja quantos “cacarecos” existem lá. Coisas velhas, objetos sem nenhuma utilidade. Mas, tão logo alguém diga que vai joga-los fora, você logo grita: Não joga fora porque eu preciso! Na nossa vida cristã, nossa casa espiritual, é assim também. Nessa tão dura caminhada estamos sempre preocupados em conservar bagagens, pesos, objetos inúteis, que só ocupam espaço e ainda nos atrapalham de prosseguir com liberdade e desenvoltura. São conceitos, “achismos”, crendices e tradições que não nos levam a lugar nenhum pois nada têm a ver com a obra, mas que fazem uma grande diferença negativa dentro, por exemplo, de um ministério de louvor com tantas responsabilidades como o nosso Chamado.
São essas “malas” que acabam dividindo o grupo, causando constrangimentos e dificultando nossa viagem. Somos, muitas vezes, mais apegados ao nosso peso do que ao nosso irmão. E, ainda, temos o desrespeito de achar que os outros são obrigados a nos ajudarem a levar os nossos “bagulhos”. É tempo de avançarmos, buscando sempre a renovação diária do Espírito Santo. Esta renovação vem quando nos olhamos todos os dias no espelho da palavra, somente lá vemos verdadeiramente como está a nossa “cara” diante de Deus e daqueles que estão ao nosso redor. A Bíblia é, basicamente, a expressão fidedigna da vontade do Senhor para nós, e, percorrendo os trilhos desta vontade, certamente chegaremos ao destino certo. Chegando lá, nos perguntarão: O que trouxeste da viagem? Diremos com semblante renovado: Escondi a tua palavra no meu coração...
JOUBERT ANDRADE
quinta-feira, 15 de maio de 2008
Ministros Excelentes - Joubert Andrade
Deuteronômio 17:1
Ao Senhor teu Deus não sacrificarás boi ou ovelha em que haja defeito ou qualquer deformidade;
pois isso é abominação ao senhor teu Deus.
Há sempre uma distância entre o nível das nossas ações e o nível excelente para essas mesmas ações. Nossa preocupação deve ser de reduzir ao máximo essa distância. Tudo quanto produzimos, na obra de Deus, deve ser marcado pela busca da excelência em detrimento da pressa, da falta de esforço, do desleixo. Ocorre que, no ambiente de Igreja, geralmente, somos levados a fazer as coisas de qualquer forma, por simples obrigação, por “medo dos castigos de Deus”, para representar cena ao pastor ou a algum líder, enfim, deixamos de fazer o melhor e apresentamos ao Senhor uma coisa qualquer.
A relação do crente com Deus pode ser demonstrada também por meio de ofertas. Quando alguém muito querido vem à nossa casa, certamente nos esforçamos para oferecer o melhor de nossas acomodações, de nossa comida e atenção. Se, contudo, é um desconhecido ou um não muito amigo, oferecemos algo simples e rapidamente damos a entender o nosso pouco interesse pela visita. O que oferecemos ao Senhor é reflexo da importância de sua presença para nós. No caso do povo de Israel, muito embora houvesse uma ordem de perfeição, as pessoas começaram a oferecer a Deus sacrifícios de animais defeituosos ou acidentados, a ponto de Ele rejeitar totalmente essas ofertas (Isaías 1:11). Na verdade a proposta de Deus não era receber os sacrifícios. A Ele pouco importava o cheiro da queima dos holocaustos. Sua vontade era de que as ofertas fossem um sinal de arrependimento e zelo por Sua presença. Com as atitudes daquelas pessoas, Deus começou a se sentir um estranho, um visitante mal querido, enfim, alguém que não merecia o melhor. Certamente é o mesmo que Ele sente hoje quando trazemos ofertas defeituosas ao altar. Ministramos, mas não o melhor, porque estamos tristes, preocupados ou insatisfeitos com alguma coisa. Adoramos, mas buscando ajuda para resolver nossas questões. Cantamos, porém, são apenas lábios que se mexem, o coração está frio, não bate pela presença de Deus. Pedimos perdão, mas não estamos dispostos ao arrependimento, queremos apenas tirar o peso da consciência. Essa sucessão de sacrifícios defeituosos provoca a ira ao coração de Deus. Fazer as coisas “mais ou menos” é agir de maneira morna, e já sabemos bem o que Ele faz com aquele que é morno!. Melhor é não fazer de jeito nenhum do que fazer com preguiça ou sem esforço. Melhor é não aceitarmos o desafio se não estivermos dispostos às dores do compromisso.
O Salmista Davi tinha uma visão de excelência. Ele jamais entregaria ao seu amado Deus uma coisa inútil, velha ou defeituosa. Sempre oferecia o melhor. Quando trouxe a arca para Sião, vestiu roupas sacerdotais, a cada seis passos fazia um sacrifício e dançava com todas as suas forças diante do seu Deus (II Samuel 6). Foi ele mesmo quem perguntou:”... que darei ao Senhor por todos os benefícios que me tem feito” (Salmos 116:2). Davi também certa vez declarou:”...não oferecerei ao Senhor meu Deus holocaustos que não me custem nada” (II Samuel 24:24). É assim a verdadeira adoração: uma relação de intimidade, de respeito, de amor acima de tudo. Como nos sentiríamos se nossas bênçãos viessem sempre com defeito? Será que continuaríamos servindo a Deus sabendo que tudo o que ele nos dá são sobras? Se não queremos os restos não devemos também oferecê-los ao Senhor. Finalmente, é tempo de reconhecermos o valor da excelência das nossas obras. Ser excelente é entregar o melhor, é fazer o melhor possível. Talvez o preço do presente seja mais caro, porém, quando é para alguém ao qual amamos, damos sem pena, com alegria e satisfação. Sejam assim os nossos atos na obra do Senhor. Tenhamos consciência de haver sempre algo melhor a ser feito. Busquemos cada dia mais a excelência do nosso Chamado.
JOUBERT ANDRADE
Ao Senhor teu Deus não sacrificarás boi ou ovelha em que haja defeito ou qualquer deformidade;
pois isso é abominação ao senhor teu Deus.
Há sempre uma distância entre o nível das nossas ações e o nível excelente para essas mesmas ações. Nossa preocupação deve ser de reduzir ao máximo essa distância. Tudo quanto produzimos, na obra de Deus, deve ser marcado pela busca da excelência em detrimento da pressa, da falta de esforço, do desleixo. Ocorre que, no ambiente de Igreja, geralmente, somos levados a fazer as coisas de qualquer forma, por simples obrigação, por “medo dos castigos de Deus”, para representar cena ao pastor ou a algum líder, enfim, deixamos de fazer o melhor e apresentamos ao Senhor uma coisa qualquer.
A relação do crente com Deus pode ser demonstrada também por meio de ofertas. Quando alguém muito querido vem à nossa casa, certamente nos esforçamos para oferecer o melhor de nossas acomodações, de nossa comida e atenção. Se, contudo, é um desconhecido ou um não muito amigo, oferecemos algo simples e rapidamente damos a entender o nosso pouco interesse pela visita. O que oferecemos ao Senhor é reflexo da importância de sua presença para nós. No caso do povo de Israel, muito embora houvesse uma ordem de perfeição, as pessoas começaram a oferecer a Deus sacrifícios de animais defeituosos ou acidentados, a ponto de Ele rejeitar totalmente essas ofertas (Isaías 1:11). Na verdade a proposta de Deus não era receber os sacrifícios. A Ele pouco importava o cheiro da queima dos holocaustos. Sua vontade era de que as ofertas fossem um sinal de arrependimento e zelo por Sua presença. Com as atitudes daquelas pessoas, Deus começou a se sentir um estranho, um visitante mal querido, enfim, alguém que não merecia o melhor. Certamente é o mesmo que Ele sente hoje quando trazemos ofertas defeituosas ao altar. Ministramos, mas não o melhor, porque estamos tristes, preocupados ou insatisfeitos com alguma coisa. Adoramos, mas buscando ajuda para resolver nossas questões. Cantamos, porém, são apenas lábios que se mexem, o coração está frio, não bate pela presença de Deus. Pedimos perdão, mas não estamos dispostos ao arrependimento, queremos apenas tirar o peso da consciência. Essa sucessão de sacrifícios defeituosos provoca a ira ao coração de Deus. Fazer as coisas “mais ou menos” é agir de maneira morna, e já sabemos bem o que Ele faz com aquele que é morno!. Melhor é não fazer de jeito nenhum do que fazer com preguiça ou sem esforço. Melhor é não aceitarmos o desafio se não estivermos dispostos às dores do compromisso.
O Salmista Davi tinha uma visão de excelência. Ele jamais entregaria ao seu amado Deus uma coisa inútil, velha ou defeituosa. Sempre oferecia o melhor. Quando trouxe a arca para Sião, vestiu roupas sacerdotais, a cada seis passos fazia um sacrifício e dançava com todas as suas forças diante do seu Deus (II Samuel 6). Foi ele mesmo quem perguntou:”... que darei ao Senhor por todos os benefícios que me tem feito” (Salmos 116:2). Davi também certa vez declarou:”...não oferecerei ao Senhor meu Deus holocaustos que não me custem nada” (II Samuel 24:24). É assim a verdadeira adoração: uma relação de intimidade, de respeito, de amor acima de tudo. Como nos sentiríamos se nossas bênçãos viessem sempre com defeito? Será que continuaríamos servindo a Deus sabendo que tudo o que ele nos dá são sobras? Se não queremos os restos não devemos também oferecê-los ao Senhor. Finalmente, é tempo de reconhecermos o valor da excelência das nossas obras. Ser excelente é entregar o melhor, é fazer o melhor possível. Talvez o preço do presente seja mais caro, porém, quando é para alguém ao qual amamos, damos sem pena, com alegria e satisfação. Sejam assim os nossos atos na obra do Senhor. Tenhamos consciência de haver sempre algo melhor a ser feito. Busquemos cada dia mais a excelência do nosso Chamado.
JOUBERT ANDRADE
Enquanto o sonho não chega... - Joubert Andrade
Estávamos num culto muito abençoado. Instrumentos lindos, vozes maravilhosas... parecíamos estar no céu. A Igreja pintada de azul celeste. Cortinas se derramavam sobre as paredes. E, muito suavemente, ouviam-se os louvores que o Chamado cantava. Não demorou muito ouviu-se também uma voz ao fundo gritando: Acorda ! É hora de trabalhar!!! Uma pena. Era só mais um sonho, e, como tal, “impossível” de ser realizado.
Dizem que sonhar não custa nada. Mentira. Dependendo de como sonhamos pode custar muito caro. E o maior preço a ser pago pode ser a não realização do próprio sonho. Precisamos não apenas sonhar, mas, também, aprender a sonhar direito. Muitas pessoas encontram-se frustradas, decepcionadas, angustiadas por causa de sonhos. Elas pensam no futuro e passam a desprezar o presente. Fazem de seus sonhos um peso, um castigo. Sonhar direito significa traçar objetivos e, desde já, cumpri-los. É entender que o futuro é agora, não se pode perder tempo. Por exemplo, quer ser um músico, ministro ou cantor abençoado e competente daqui a cinco anos? Então ore, leia a bíblia, aperfeiçoe-se, espelhe-se em quem já está lá, não vacile; ao final de cada dia, perceba-se melhor que ontem; e não tem choramingo: o sonho só vem para quem trabalha por ele. Já parou para ver quanto tempo, esforço e dinheiro nós aplicamos em coisas que não fazem parte dos nossos sonhos?? Há casos em que não temos escolha, mas, a maioria das vezes, é por falta de determinarmos que “o sonho” é prioridade. Aliás, se não é prioridade, por quê sonhá-lo ou se entristecer por não poder realizá-lo?
Veja o exemplo de José. Sonhar foi fácil, mas quanto precisou sofrer para realizar? Porém, enquanto o sonho não chegava, José vivia sua vida normalmente. Relacionava-se bem com Deus e com os homens. Buscava ser o melhor possível a cada dia aprendendo com tudo que lhe chegava às mãos para fazer. Não há nenhum relato de desespero ou tristeza de sua parte por causa do sonho que não se realizava. Mas, no coração, José sempre soube que o Senhor estava com ele e, de algum modo, a promessa iria se cumprir. Entre o José adolescente sonhador e o José governador do Egito havia uma estrada longa a ser percorrida. O problema de nos entristecermos é que, geralmente, queremos encurtar ao máximo essa estrada, de preferência queremos uma ladeira onde precisemos apenas escorregar. Sonhamos muito, contudo, muitas vezes, os sonhos são menores que a preguiça e o medo de enfrentar a estrada.
Outra coisa a aprendermos é sonharmos alinhados com a vontade de Deus. Ele só nos chama porque tem algo a realizar em nós e por meio de nós. Se não compreendermos isto será uma tragédia, pois aplicaremos todo o nosso recurso humano na direção errada, sem o aval de Deus, e, certamente, lá no fim da estrada, teremos de voltar e começar tudo de novo. Por vezes queremos realizar apenas o que nos trará algum retorno, seja financeiro, emocional ou por simples vanglória mesmo. Dificilmente, antes de sonhar, oramos pedindo ao Senhor orientação para sonharmos a sua vontade. Geralmente disparamos um monte de sonhos de qualquer forma e depois entramos em depressão por não conseguir realizar todos ao mesmo tempo.
Por fim, com tudo isso, mesmo assim não devemos deixar de sonhar. O sonho nos impulsiona para frente e nos dá asas para voar em direção ao fora do comum. O importante é saber esperar trabalhando e confiando no Senhor. E não devemos nunca nos esquecer que um sonho impossível ainda é mais possível que um sonho não sonhado. Então, não percamos de vista os nossos sonhos!
JOUBERT ANDRADE
Dizem que sonhar não custa nada. Mentira. Dependendo de como sonhamos pode custar muito caro. E o maior preço a ser pago pode ser a não realização do próprio sonho. Precisamos não apenas sonhar, mas, também, aprender a sonhar direito. Muitas pessoas encontram-se frustradas, decepcionadas, angustiadas por causa de sonhos. Elas pensam no futuro e passam a desprezar o presente. Fazem de seus sonhos um peso, um castigo. Sonhar direito significa traçar objetivos e, desde já, cumpri-los. É entender que o futuro é agora, não se pode perder tempo. Por exemplo, quer ser um músico, ministro ou cantor abençoado e competente daqui a cinco anos? Então ore, leia a bíblia, aperfeiçoe-se, espelhe-se em quem já está lá, não vacile; ao final de cada dia, perceba-se melhor que ontem; e não tem choramingo: o sonho só vem para quem trabalha por ele. Já parou para ver quanto tempo, esforço e dinheiro nós aplicamos em coisas que não fazem parte dos nossos sonhos?? Há casos em que não temos escolha, mas, a maioria das vezes, é por falta de determinarmos que “o sonho” é prioridade. Aliás, se não é prioridade, por quê sonhá-lo ou se entristecer por não poder realizá-lo?
Veja o exemplo de José. Sonhar foi fácil, mas quanto precisou sofrer para realizar? Porém, enquanto o sonho não chegava, José vivia sua vida normalmente. Relacionava-se bem com Deus e com os homens. Buscava ser o melhor possível a cada dia aprendendo com tudo que lhe chegava às mãos para fazer. Não há nenhum relato de desespero ou tristeza de sua parte por causa do sonho que não se realizava. Mas, no coração, José sempre soube que o Senhor estava com ele e, de algum modo, a promessa iria se cumprir. Entre o José adolescente sonhador e o José governador do Egito havia uma estrada longa a ser percorrida. O problema de nos entristecermos é que, geralmente, queremos encurtar ao máximo essa estrada, de preferência queremos uma ladeira onde precisemos apenas escorregar. Sonhamos muito, contudo, muitas vezes, os sonhos são menores que a preguiça e o medo de enfrentar a estrada.
Outra coisa a aprendermos é sonharmos alinhados com a vontade de Deus. Ele só nos chama porque tem algo a realizar em nós e por meio de nós. Se não compreendermos isto será uma tragédia, pois aplicaremos todo o nosso recurso humano na direção errada, sem o aval de Deus, e, certamente, lá no fim da estrada, teremos de voltar e começar tudo de novo. Por vezes queremos realizar apenas o que nos trará algum retorno, seja financeiro, emocional ou por simples vanglória mesmo. Dificilmente, antes de sonhar, oramos pedindo ao Senhor orientação para sonharmos a sua vontade. Geralmente disparamos um monte de sonhos de qualquer forma e depois entramos em depressão por não conseguir realizar todos ao mesmo tempo.
Por fim, com tudo isso, mesmo assim não devemos deixar de sonhar. O sonho nos impulsiona para frente e nos dá asas para voar em direção ao fora do comum. O importante é saber esperar trabalhando e confiando no Senhor. E não devemos nunca nos esquecer que um sonho impossível ainda é mais possível que um sonho não sonhado. Então, não percamos de vista os nossos sonhos!
JOUBERT ANDRADE
Tire as sandálias dos teus pés - Joubert Andrade
Êxodo 3:1-10
No mundo antigo, as sandálias eram quase tão importantes quanto vestir, comer ou beber. Significavam proteção, segurança e até status social. Os pobres, geralmente, utilizavam as mais simples, sem muita aparência. Conforme se tinha dinheiro, era possível adquirir as melhores, de couro bem curtido, com escolha de cores, e algumas até com detalhes em ouro ou prata. Com o tempo, outros calçados foram inventados, mas a intenção inicial ainda permanece: proteger os pés e evitar o contato direto com o chão. No caso de Moisés, era praticamente impossível andar sem sandálias no deserto com tantas pedras, areia quente, espinhos e muitas outras armadilhas para os descalços. Ainda assim, para pisar num lugar santo, Deus ordenou-lhe tirar as sandálias dos pés.
Ora, a intenção divina sempre foi de vivermos na Sua presença. No Éden era assim. Não haviam sapatos, nem roupas, nem barreiras, era total a transparência entre o homem e Deus. Com o pecado, a primeira atitude humana foi de cobrir-se e, porque não, calçar-se também. Esse comportamento de auto-proteção e pudor resulta da perda da intimidade, da perda da proteção divina, da separação causada pelo pecado. Quando o Senhor chamou Moisés do meio da sarça ardente, estava na verdade tentando uma reaproximação com o homem, mais especificamente, com o Seu povo escolhido. Tirar as sandálias, naquele momento, se constituía numa volta à intimidade, num contato direto com a santidade de Deus, num retorno ao início de tudo, numa postura de reverência esquecida em meio a pecaminosidade humana. Moisés pensou em se aproximar da glória de Deus de qualquer forma, ou como se fosse pisar num chão qualquer, porém, o Senhor sempre propõe um contato mais profundo, uma experiência marcante, algo diferente que mude a nossa história.
Ainda hoje usamos sandálias. São artifícios e situações criadas por nós mesmos, seja para nos protegermos, seja para esconder o pecado, seja para fingir ser alguém que, no íntimo, não somos. Vamos cada dia acumulando barreiras e agravando mais e mais a nossa separação de Deus. Queremos nos achegar ao Pai, vemos Sua glória de longe na vida de outras pessoas, nosso coração até se entristece por não conseguirmos pisar em lugar santo, mas nem sempre nos dispomos a ficar descalços diante dEle. Tirar as sandálias pode significar o abandono de práticas que nos dão prazer; pode ser pagar um preço a mais; derrubar as barreiras que nos impedem de oferecer uma adoração plena; deixar de lado o pudor ou a vergonha e nos despirmos das roupas do pecado, do fingimento, da apatia; enfim, nos descalçarmos da nossa própria segurança e nos lançarmos na areia do Santo dos Santos onde está a glória do Senhor. Infelizmente, ainda há ministros de louvor, músicos e vocalistas forçando a barra para entrar na presença de Deus de pés calçados. Eles usam sandálias de orgulho, soberba, altivez, sabedoria humana, mas não conseguem pisar em solo sagrado. Tocam bem, cantam bem, mas são incapazes de se misturar com o lugar Santo. Até fingem bem, parecem falar diretamente com o Pai, porém, a sua distância do Santíssimo continua, pois, para avançar a fronteira do sobrenatural , a ordem permanecerá a mesma: Tire as sandálias dos teus pés porque este lugar é Santo! Portanto, andemos descalços do nosso eu, da nossa vaidade, é tempo de calçar-se de Santidade, de reverência. Entreguemo-nos aos cuidados do Senhor, Ele é a nossa melhor proteção no caminho de areia quente e espinhos desta nossa vida.
JOUBERT ANDRADE
No mundo antigo, as sandálias eram quase tão importantes quanto vestir, comer ou beber. Significavam proteção, segurança e até status social. Os pobres, geralmente, utilizavam as mais simples, sem muita aparência. Conforme se tinha dinheiro, era possível adquirir as melhores, de couro bem curtido, com escolha de cores, e algumas até com detalhes em ouro ou prata. Com o tempo, outros calçados foram inventados, mas a intenção inicial ainda permanece: proteger os pés e evitar o contato direto com o chão. No caso de Moisés, era praticamente impossível andar sem sandálias no deserto com tantas pedras, areia quente, espinhos e muitas outras armadilhas para os descalços. Ainda assim, para pisar num lugar santo, Deus ordenou-lhe tirar as sandálias dos pés.
Ora, a intenção divina sempre foi de vivermos na Sua presença. No Éden era assim. Não haviam sapatos, nem roupas, nem barreiras, era total a transparência entre o homem e Deus. Com o pecado, a primeira atitude humana foi de cobrir-se e, porque não, calçar-se também. Esse comportamento de auto-proteção e pudor resulta da perda da intimidade, da perda da proteção divina, da separação causada pelo pecado. Quando o Senhor chamou Moisés do meio da sarça ardente, estava na verdade tentando uma reaproximação com o homem, mais especificamente, com o Seu povo escolhido. Tirar as sandálias, naquele momento, se constituía numa volta à intimidade, num contato direto com a santidade de Deus, num retorno ao início de tudo, numa postura de reverência esquecida em meio a pecaminosidade humana. Moisés pensou em se aproximar da glória de Deus de qualquer forma, ou como se fosse pisar num chão qualquer, porém, o Senhor sempre propõe um contato mais profundo, uma experiência marcante, algo diferente que mude a nossa história.
Ainda hoje usamos sandálias. São artifícios e situações criadas por nós mesmos, seja para nos protegermos, seja para esconder o pecado, seja para fingir ser alguém que, no íntimo, não somos. Vamos cada dia acumulando barreiras e agravando mais e mais a nossa separação de Deus. Queremos nos achegar ao Pai, vemos Sua glória de longe na vida de outras pessoas, nosso coração até se entristece por não conseguirmos pisar em lugar santo, mas nem sempre nos dispomos a ficar descalços diante dEle. Tirar as sandálias pode significar o abandono de práticas que nos dão prazer; pode ser pagar um preço a mais; derrubar as barreiras que nos impedem de oferecer uma adoração plena; deixar de lado o pudor ou a vergonha e nos despirmos das roupas do pecado, do fingimento, da apatia; enfim, nos descalçarmos da nossa própria segurança e nos lançarmos na areia do Santo dos Santos onde está a glória do Senhor. Infelizmente, ainda há ministros de louvor, músicos e vocalistas forçando a barra para entrar na presença de Deus de pés calçados. Eles usam sandálias de orgulho, soberba, altivez, sabedoria humana, mas não conseguem pisar em solo sagrado. Tocam bem, cantam bem, mas são incapazes de se misturar com o lugar Santo. Até fingem bem, parecem falar diretamente com o Pai, porém, a sua distância do Santíssimo continua, pois, para avançar a fronteira do sobrenatural , a ordem permanecerá a mesma: Tire as sandálias dos teus pés porque este lugar é Santo! Portanto, andemos descalços do nosso eu, da nossa vaidade, é tempo de calçar-se de Santidade, de reverência. Entreguemo-nos aos cuidados do Senhor, Ele é a nossa melhor proteção no caminho de areia quente e espinhos desta nossa vida.
JOUBERT ANDRADE
A simpatia que cativa - Cláudia Andrade
Vivemos numa geração que corre todo o tempo. Seja por uma profissão, por um emprego, por uma casa melhor, por um carro novo, por um futuro brilhante para os filhos... enfim, não ficamos de bobeira vendo o tempo correr. O sistema não nos deixa sossegar. Nossa semana é cheia de compromissos a serem cumpridos, a qualquer custo. Quando chega a sexta-feira pensamos: Ah, graças a Deus amanhã é sábado, vou descansar. Puro engano. Parece até que o trabalho é dobrado. É dia de faxina na casa, no carro... dia de supermercado, feira... ensaio, escola dominical, culto e ainda tem que sobrar tempo para visitar a família. Depois do culto de domingo já saímos correndo da igreja porque tem que acordar cedo, afinal, amanhã é segunda feira.
Com toda essa correria, temos perdido o humor, deixamos de jogar conversa fora no final do culto e assim damos a impressão de não gostar das pessoas, de não querer se misturar com elas ou de sermos orgulhosos, nariz empinado, só porque tocamos, dançamos ou cantamos. Quantas pessoas perdem por não nos conhecer melhor. Somos bem humorados, educados e amigos não é mesmo? Ah... mas nós também perdemos por não conhecê-las. Quantas pessoas surpreendentes deixamos de conhecer!
Na verdade, para o bem da nossa saúde e de quem nos cerca, precisamos diminuir o ritmo um pouco e exercitar um sorriso, um abraço, um aperto de mão. Procure em cada culto uma pessoa diferente para pergunta-la como está e ofereça de forma calorosa a PAZ DO SENHOR. Sempre há na igreja alguém que ainda não conversamos. Não tenha medo de tomar a iniciativa. Abra um grande sorriso pra ela e pergunte o seu nome, certamente ela irá se surpreender e corresponderá com a mesma simpatia.
Sorria tanto possa. E se você acha que esse papo de simpatia... sorriso... é muito chato, então sorria em obediência a Deus, porque a bíblia nos ensina que um coração alegre é bom remédio. Não tenha dúvida. Nesse mundo tão doente e sem tempo, o seu sorriso poderá fazer uma enorme e fundamental diferença!
"O coração alegre é bom remédio, mas o espírito abatido faz secar os ossos." Provérbios 17:22
CLÁUDIA ANDRADE
Com toda essa correria, temos perdido o humor, deixamos de jogar conversa fora no final do culto e assim damos a impressão de não gostar das pessoas, de não querer se misturar com elas ou de sermos orgulhosos, nariz empinado, só porque tocamos, dançamos ou cantamos. Quantas pessoas perdem por não nos conhecer melhor. Somos bem humorados, educados e amigos não é mesmo? Ah... mas nós também perdemos por não conhecê-las. Quantas pessoas surpreendentes deixamos de conhecer!
Na verdade, para o bem da nossa saúde e de quem nos cerca, precisamos diminuir o ritmo um pouco e exercitar um sorriso, um abraço, um aperto de mão. Procure em cada culto uma pessoa diferente para pergunta-la como está e ofereça de forma calorosa a PAZ DO SENHOR. Sempre há na igreja alguém que ainda não conversamos. Não tenha medo de tomar a iniciativa. Abra um grande sorriso pra ela e pergunte o seu nome, certamente ela irá se surpreender e corresponderá com a mesma simpatia.
Sorria tanto possa. E se você acha que esse papo de simpatia... sorriso... é muito chato, então sorria em obediência a Deus, porque a bíblia nos ensina que um coração alegre é bom remédio. Não tenha dúvida. Nesse mundo tão doente e sem tempo, o seu sorriso poderá fazer uma enorme e fundamental diferença!
"O coração alegre é bom remédio, mas o espírito abatido faz secar os ossos." Provérbios 17:22
CLÁUDIA ANDRADE
SART - Síndrome do artista - Joubert Andrade
Com os novos tempos e o movimento Gospel, assim como a renovação espiritual e a revolução musical, ocorrida no mundo evangélico, ressurgiu mais uma doença nas Igrejas: A Síndrome do Artista. É uma doença muito contagiosa que se alastra nos bastidores dos ministérios, principalmente no de Louvor, e acaba contaminando outros segmentos também. Não tem nada de novo, vem desde o princípio da humanidade, antes mesmo de havermos sido criados. Descende do diabo e, com a inserção do pecado na vida do homem, acabou fazendo parte da genética humana.
Atenção para os sintomas da doença. Assim se comporta um doente de SART:
¯ Vontade extrema de aparecer mais do que os outros. Se toca algum instrumento ele deve estar com o volume mais alto em relação aos outros; se canta, o microfone tem de ser o melhor e estar bem mais alto que os outros;
¯ Inchaço no peito e vermelhidão na testa toda vez que recebe um elogio por menor que seja;
¯ Má vontade de se apresentar em cultos onde não há pelo menos 100 pessoas, afinal, gastar tanto talento com tão pouca gente é um desperdício;
¯ Sentimento de desprezo pelo trabalho dos outros; só é bom o que o doente faz;
¯ Falta de consciência espiritual. O doente de SART geralmente não se incomoda de ministrar estando em situação de pecado. “Ora bolas, eu sou um artista, não tenho obrigação de ser santo ! ”, diz ele;
¯ Nos ensaios e ministrações, sempre dá um jeitinho de inventar um “pitchí” pra mostrar que é artista;
¯ Não precisa ensaiar nem treinar nada, afinal, o talento do artista já está no sangue;
¯ Anseio ardente de criticar quem está na frente fazendo alguma coisa; chega a sentir coceira nos lábios, a língua chicoteia na cavidade bucal e o doente acaba criticando mesmo;
¯ Aceita convites apenas para cantar ou tocar, qualquer outro serviço como ajudar a arrumar alguma coisa, ajudar na cantina, etc, fica para os outros, pois isto não é coisa de artista;
¯ Sempre critica a liderança, pois o doente tem certeza de que, se estivesse no lugar do líder, faria mil vezes melhor;
¯ Não ajuda aos iniciantes, pelo contrário, exige distância deles.
Quem percebe algum dos sintomas acima deve urgentemente buscar medicação. O tratamento é feito, primeiramente, à base de arrependimento, confissão e conversão. Depois disto, é preciso o uso diário de oração e leitura da palavra quantas vezes for possível durante o dia, e, se fizer de madrugada, melhor ainda. Em pouco tempo de tratamento o doente já pode perceber sinais de melhora, a tendência é a cura completa. Entretanto, infelizmente, há grande possibilidade de recaída, caso haja relaxamento na medicação. Se isto acontecer o melhor mesmo é começar tudo de novo.
JOUBERT ANDRADE
Atenção para os sintomas da doença. Assim se comporta um doente de SART:
¯ Vontade extrema de aparecer mais do que os outros. Se toca algum instrumento ele deve estar com o volume mais alto em relação aos outros; se canta, o microfone tem de ser o melhor e estar bem mais alto que os outros;
¯ Inchaço no peito e vermelhidão na testa toda vez que recebe um elogio por menor que seja;
¯ Má vontade de se apresentar em cultos onde não há pelo menos 100 pessoas, afinal, gastar tanto talento com tão pouca gente é um desperdício;
¯ Sentimento de desprezo pelo trabalho dos outros; só é bom o que o doente faz;
¯ Falta de consciência espiritual. O doente de SART geralmente não se incomoda de ministrar estando em situação de pecado. “Ora bolas, eu sou um artista, não tenho obrigação de ser santo ! ”, diz ele;
¯ Nos ensaios e ministrações, sempre dá um jeitinho de inventar um “pitchí” pra mostrar que é artista;
¯ Não precisa ensaiar nem treinar nada, afinal, o talento do artista já está no sangue;
¯ Anseio ardente de criticar quem está na frente fazendo alguma coisa; chega a sentir coceira nos lábios, a língua chicoteia na cavidade bucal e o doente acaba criticando mesmo;
¯ Aceita convites apenas para cantar ou tocar, qualquer outro serviço como ajudar a arrumar alguma coisa, ajudar na cantina, etc, fica para os outros, pois isto não é coisa de artista;
¯ Sempre critica a liderança, pois o doente tem certeza de que, se estivesse no lugar do líder, faria mil vezes melhor;
¯ Não ajuda aos iniciantes, pelo contrário, exige distância deles.
Quem percebe algum dos sintomas acima deve urgentemente buscar medicação. O tratamento é feito, primeiramente, à base de arrependimento, confissão e conversão. Depois disto, é preciso o uso diário de oração e leitura da palavra quantas vezes for possível durante o dia, e, se fizer de madrugada, melhor ainda. Em pouco tempo de tratamento o doente já pode perceber sinais de melhora, a tendência é a cura completa. Entretanto, infelizmente, há grande possibilidade de recaída, caso haja relaxamento na medicação. Se isto acontecer o melhor mesmo é começar tudo de novo.
JOUBERT ANDRADE
MEU IRMÃO PORCO-ESPINHO - Cláudia Andrade
Há uma parábola contada por Arthur Schopenhauer que nos faz meditar um pouco sobre nossos relacionamentos. Nela, ele conta que uma manada de porcos-espinhos, para se esquentarem num dia muito frio de inverno, ficaram mais próximos uns dos outros, mas não houve o aconchego, pois machucavam-se mutuamente por causa dos seus próprios espinhos e então morreram de frio.
A situação nos parece bem familiar não é mesmo? Vivemos próximos, nos encontramos pelo menos 120 vezes no ano, mas não sentimos o aconchego da amizade, da fraternidade que deveríamos sentir. E quando enfim conseguimos nos aproximar um pouquinho mais, logo logo voltamos a nos separar por causa dos nossos espinhos. Você já reparou quantos “espinhudos” nós temos aqui no Ministério de louvor? E também já parou para pensar que você pode ser um deles? Óh... desculpe, deve haver algum engano!. Aqui nós só temos pele lisinha, certo?! Errado! Convivemos sim com pessoas bem espinhudas como nós também somos – desconfiados, críticos, calados, inacessíveis, falantes e simpáticos demais, egocêntricos, dramáticos, pessimistas, teatrais, hostis, impacientes, .... ufa! E a lista continua. Se por um lado, esses espinhos são a garantia de auto-proteção, por outro, nos distancia uns dos outros.
Esse espinha daqui espinha dali, faz parte de todos nós, portanto, apesar dos espinhos nossos, amemo-nos e suportemo-nos uns aos outros, afinal, somos uma equipe que se chama de irmãos e se diz uma família. Convivamos bem e com todos para que o reino cresça e o amor se multiplique.
Lembre-se: amor é decisão!
Decida amar. Apesar..., apesar..., apesar..., apesar..., apesar..., apesar..., apesar...,
CLÁUDIA ANDRADE
A situação nos parece bem familiar não é mesmo? Vivemos próximos, nos encontramos pelo menos 120 vezes no ano, mas não sentimos o aconchego da amizade, da fraternidade que deveríamos sentir. E quando enfim conseguimos nos aproximar um pouquinho mais, logo logo voltamos a nos separar por causa dos nossos espinhos. Você já reparou quantos “espinhudos” nós temos aqui no Ministério de louvor? E também já parou para pensar que você pode ser um deles? Óh... desculpe, deve haver algum engano!. Aqui nós só temos pele lisinha, certo?! Errado! Convivemos sim com pessoas bem espinhudas como nós também somos – desconfiados, críticos, calados, inacessíveis, falantes e simpáticos demais, egocêntricos, dramáticos, pessimistas, teatrais, hostis, impacientes, .... ufa! E a lista continua. Se por um lado, esses espinhos são a garantia de auto-proteção, por outro, nos distancia uns dos outros.
Esse espinha daqui espinha dali, faz parte de todos nós, portanto, apesar dos espinhos nossos, amemo-nos e suportemo-nos uns aos outros, afinal, somos uma equipe que se chama de irmãos e se diz uma família. Convivamos bem e com todos para que o reino cresça e o amor se multiplique.
Lembre-se: amor é decisão!
Decida amar. Apesar..., apesar..., apesar..., apesar..., apesar..., apesar..., apesar...,
CLÁUDIA ANDRADE
BUSCAMOS TUA FACE SENHOR - Joubert Andrade
- Pai, o que você trouxe pra mim hoje?
- Filho, trouxe um abraço e um beijo.
- Ah ! Eu quero é um presente.
Este diálogo representa um momento muito comum nos relacionamentos entre pais e filhos. O prazer é recíproco: tanto os pais gostam de presentear, quanto os filhos querem ainda mais os presentes. É um comportamento normal e muito salutar, que fortalece a relação e cria vínculos eternos. Entretanto, nem todo dia os pais têm dinheiro e os filhos vão crescendo e tendo de aprender a se alegrar com o reencontro, com o sorriso ou um abraço caloroso.
Mais adiante, na vida cristã, passamos a nos comportar da mesma maneira em relação a Deus. Não conseguimos ser crentes sem os “presentes”. Vamos à Igreja pra buscar bênçãos. Trabalhamos na obra esperando recompensas. Se não temos presentes então não há porquê louvar ou agradecer. Ficamos a olhar somente para as mãos do Senhor, com um filho que, de longe, já verifica as mãos do pai procurando alguma sacola ou embrulho. Agimos como disse o apóstolo Paulo: “...meninos na fé...”.
Certamente não é esse relacionamento pretendido por Deus para conosco. Jesus Cristo ressaltou, certa vez, que Ele “procura” os que O adoram em espírito e em verdade, isto é, os que O adoram independentemente das circunstâncias; os que entendem o valor de Sua presença; os que O adoram em todo o tempo compreendendo a adoração como relação contínua, como estilo de vida mesmo.
Buscamos tua face Senhor! É frase de quem, ao invés de viver apenas seguindo bênçãos, milagres, maravilhas e manifestações do Espírito, vive em intimidade com o Senhor, dia após dia, face a face, sabendo que buscar é sinônimo de conhecer, de aprofundar, de VER. É tempo de estabelecermos esta comunhão com Deus colocando-o no primeiro lugar de nossas vidas, para que família, saúde, trabalho, bênçãos sem fim, nos sejam acrescentadas.
JOUBERT ANDRADE
- Filho, trouxe um abraço e um beijo.
- Ah ! Eu quero é um presente.
Este diálogo representa um momento muito comum nos relacionamentos entre pais e filhos. O prazer é recíproco: tanto os pais gostam de presentear, quanto os filhos querem ainda mais os presentes. É um comportamento normal e muito salutar, que fortalece a relação e cria vínculos eternos. Entretanto, nem todo dia os pais têm dinheiro e os filhos vão crescendo e tendo de aprender a se alegrar com o reencontro, com o sorriso ou um abraço caloroso.
Mais adiante, na vida cristã, passamos a nos comportar da mesma maneira em relação a Deus. Não conseguimos ser crentes sem os “presentes”. Vamos à Igreja pra buscar bênçãos. Trabalhamos na obra esperando recompensas. Se não temos presentes então não há porquê louvar ou agradecer. Ficamos a olhar somente para as mãos do Senhor, com um filho que, de longe, já verifica as mãos do pai procurando alguma sacola ou embrulho. Agimos como disse o apóstolo Paulo: “...meninos na fé...”.
Certamente não é esse relacionamento pretendido por Deus para conosco. Jesus Cristo ressaltou, certa vez, que Ele “procura” os que O adoram em espírito e em verdade, isto é, os que O adoram independentemente das circunstâncias; os que entendem o valor de Sua presença; os que O adoram em todo o tempo compreendendo a adoração como relação contínua, como estilo de vida mesmo.
Buscamos tua face Senhor! É frase de quem, ao invés de viver apenas seguindo bênçãos, milagres, maravilhas e manifestações do Espírito, vive em intimidade com o Senhor, dia após dia, face a face, sabendo que buscar é sinônimo de conhecer, de aprofundar, de VER. É tempo de estabelecermos esta comunhão com Deus colocando-o no primeiro lugar de nossas vidas, para que família, saúde, trabalho, bênçãos sem fim, nos sejam acrescentadas.
JOUBERT ANDRADE
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